Para quem ainda acredita

Há quem ainda acredite que ser magro é ser bonito, gostoso, sexy, atraente, chic, sofisticado, “bem”, etc., etc., etc. No feminino também! Para completar, o nome do “lugar” tinha que estar em inglês… Não vou nem comentar… mas adorei a resposta no desenho:

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Neve

Descobri o outro motivo pelo qual os croatas andam olhando para o chão, de cabeça abaixada: a neve! Óbvio? Pode ser… Mas aqui, mesmo sem neve, isso acontece…

strossmayer A diferença é que, com a neve, os tropeços aumentam, o povo escorrega, há “trombadas” entre pessoas por causa de guarda-chuva… Claro, de quem usa guarda-chuva para se proteger. Macho que é macho, em Zagreb, evita. Aliás, macho que é macho, em Zagreb, não coça saco nem cospe de lado. Para mostrar que é macho mesmo, fica parado, com as pernas bem abertas, os pés apontando para fora (tipo dez pras duas ou dez e dez) e mascando chicletes, sempre. Claro, com a boca aberta de preferência. Esta é a carteira de identidaddo macho local. Em grupo, quase quebram vidros com suas vozes empostadas: um bando de tenores imitando baixos e barítonos: nota-se a falsidade, de cara! Luvas, às vezes. Mas com a neve quase não se vê o cabelo. Para quem os têm, há três opções: completamente despenteados (nem sonhe em encostar as mãos, namoros terminam por conta disso,e  alguns casamentos também!), os cabelos arrepiados para cima e/ou para os lados, duros de tanta goma arábica (ui, agora eu me entreguei, de novo!) ou uma perfeita cacatua. Ah, e tem os “emos”… mas esses (ainda) não são “machos” por aqui, podem vir a ser… Há os que raspam tudo, à navalha!!! Maioria…

gal80_10540lis    estilo-cabelo-homemskinheadsqa61212164977 Cada doido com a sua mania!

Bandeirinha

Não é pra rir…

(Autoria desconhecida… por mim!)

A EVOLUÇÃO DO ENSINO DE MATEMÁTICA

Antigamente se ensinava e cobrava tabuada, caligrafia, redação, datilografia… Havia aulas de Educação Física, Moral e  Cívica, Práticas Agrícolas, Práticas Industriais e cantava-se o Hino Nacional, hasteando a Bandeira Nacional antes de iniciar as aulas..
Hoje as crianças e os adolescentes primeiramente tem que saber o que é cidadania,  sexo seguro com apetrechos eróticos, igualdade racial, igualdade de gêneros, dívida social, dívida histórica, inclusão digital, semântica socialmente correta, etc.

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Leiam relato de uma Professora de Matemática:
Semana passada comprei um produto que custou R$15,80. Dei à balconista R$ 20,00 e peguei na minha bolsa 80 centavos, para evitar receber ainda mais moedas. A balconista pegou o dinheiro e ficou olhando para a máquina registradora, aparentemente sem saber o que fazer. Tentei explicar que ela tinha que me dar 5,00 reais de troco, mas ela não se convenceu e chamou o gerente para ajudá-la. Ficou com lágrimas nos olhos  enquanto o gerente tentava explicar e ela aparentemente continuava sem  entender. Por que estou contando isso? Porque me dei conta da evolução do  ensino de matemática desde 1950, que foi assim:
1. Ensino de  matemática em 1950:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$  100,00. O custo de produção é igual a 4/5 do preço de venda. Qual é o lucro?
2. Ensino de matemática em 1970:
Um  lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.O custo de produção é igual a 4/5 do preço de venda ou R$80,00. Qual é o lucro?
3. Ensino de matemática em 1980:
Um lenhador vende um  carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é R$80,00. Qual é o lucro?
4. Ensino de matemática em 1990:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é R$80,00. Escolha a resposta certa, que indica o  lucro:
( )R$ 20,00 ( )R$40,00 ( )R$60,00  ( )R$80,00 ( )R$100,00
5. Ensino de matemática em  2000:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo  de produção é R$80,00. O lucro é de R$ 20,00. Está  certo?
( )SIM ( )  NÃO
6. Ensino de matemática em 2009:
Um lenhador vende um  carro de lenha por R$100,00. O custo de produção é R$ 80,00.Se você souber ler coloque um X no R$ 20,00.
( )R$ 20,00  ( )R$40,00 ( )R$60,00 ( )R$80,00 ( )R$100,00
7. Em 2010 vai ser assim:
Um lenhador vende um  carro de lenha por R$100,00. O custo de produção é R$ 80,00. Se você souber ler coloque um X no R$ 20,00. (Se você é afro descendente, especial, indígena ou de qualquer outra minoria social não precisa responder).
( )R$ 20,00  ( )R$40,00 ( )R$60,00 ( )R$80,00 ( )R$100,00

Se com a “matemática” está assim, imagine o “resto”…

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Preguiça

Na preguiça domingueira, que acompanha a outra, de sempre, só vou repassar um texto assinado por Leila Ferreira, que li numa mensagem enviada por um amigo muito querido, o Luiz Fernando. Como li e gostei, partilho. Bom domingo!

Preguiça 2

“Estamos obcecados com "o melhor". Não sei quando foi que começou essa mania, mas hoje só queremos saber do "melhor".

Tem que ser o melhor computador, o melhor carro, o melhor emprego, a melhor dieta, a melhor operadora de celular, o melhor tênis, o melhor vinho. Bom não basta. O ideal é ter o top de linha, aquele que deixa os outros pra trás e que nos distingue, nos faz sentir importantes, porque, afinal, estamos com "o melhor". Isso até que outro "melhor" apareça – e é uma questão de dias ou de horas até isso acontecer. Novas marcas surgem a todo instante. Novas possibilidades também. E o que era melhor, de repente, nos parece superado, modesto, aquém do que podemos ter.

O que acontece, quando só queremos o melhor, é que passamos a viver inquietos, numa espécie de insatisfação permanente, num eterno desassossego. Não desfrutamos do que temos ou conquistamos, porque estamos de olho no que falta conquistar ou ter. Cada comercial na TV nos convence de que merecemos ter mais do que temos. Cada artigo que lemos nos faz imaginar que os outros (ah, os outros…) estão vivendo melhor, comprando melhor, amando melhor, ganhando melhores salários. Aí a gente não relaxa, porque tem que correr atrás, de preferência com o melhor tênis. Não que a gente deva se acomodar ou se contentar sempre com menos. Mas o menos, às vezes, é mais do que suficiente. Se não dirijo a 140, preciso realmente de um carro com tanta potência? Se gosto do que faço no meu trabalho, tenho que subir na empresa e assumir o cargo de chefia que vai me matar de estresse porque é o melhor cargo da empresa? E aquela TV de não sei quantas polegadas que acabou com o espaço do meu quarto? O restaurante onde sinto saudades da comida de casa e vou porque tem o "melhor chef"? Aquele xampu que usei durante anos tem que ser aposentado porque agora existe um melhor e dez vezes mais caro? O cabeleireiro do meu bairro tem mesmo que ser trocado pelo "melhor cabeleireiro"?

Tenho pensado no quanto essa busca permanente do melhor tem nos deixado ansiosos e nos impedido de desfrutar o "bom" que já temos.

A casa que é pequena, mas nos acolhe.
O emprego que não paga tão bem, mas nos enche de alegria.
A TV que está velha, mas nunca deu defeito.
O homem que tem defeitos (como nós), mas nos faz mais felizes do que os homens "perfeitos".
As férias que não vão ser na Europa, porque o dinheiro não deu, mas vai me dar a chance de estar perto de quem amo..

O rosto que já não é jovem, mas carrega as marcas das histórias que me constituem.
O corpo que já não é mais jovem, mas está vivo e sente prazer.

Será que a gente precisa mesmo de mais do que isso?
Ou será que isso já é o melhor e na busca do "melhor" a gente nem percebeu?”

Preguiça 1

Convite à leitura

Foi numa tarde de julho de 1998, em Lisboa. Um calor quase tropical. Para descansar olhos e ouvidos dos túrgidos estímulos da EXPO 98, entrei na primeira livraria que vi na rua. Não me lembro de seu nome. Não é meu costume, mas comecei a folhear livros da prateleira de poesia. Como surpresas acontecem… Inesperadamente, eu estava prestando atenção na capa em preto e branco de um livro: Horto de incêndio. O autor era um tal de Al Berto. Nome ou pseudônimo??? Havia uma foto dele. As páginas me confundiram. Senti como se tivesse sido arremessado em perplexidades absolutamente desconhecidas, apesar de “familiares”. De repente um poeta português mexia com o meu espírito de modo mais contundente. Que autor era esse que falava do essencial sem retóricas ultrapassadas ou cacoetes “críticos” implícitos?

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De um poeta supõe-se sempre pretender uma mergulho na fonte primordial da consciência humana: a alma(?). Experiência que revela nitidez, com ternura e certa lucidez – subjetiva! Inquietação que faz experimentar a calma apesar de perturbar de maneira inexplicável, paradoxal. Dizem que poesia é como imagem além da memória, espécie de filme editado em palavras: essa “coisa” que deixa marcas permanentes na paisagem corriqueira e diuturna de cada dia, de todos os dias! Estranha forma de serenidade, cultivada com o adubo do desespero e regada com a desordem. Seria esta uma forma de se experimentar a famigerada imortalidade? Será que haveria necessidade irrecorrível de procurá-la no pulsar constante e imponderável da morte e/ou da loucura? Contraditoriamente é forma de realidade também. De tal “natureza”, emerge como miragem abismal, volvendo-se, verticalmente, straight to the point: no coração da gente!

Descobrir um poeta é como descobrir o mesmo no diferente: descobrir-se a si mesmo. Espelho invertido que faz Narciso ficar envergonhado com o que vê, mas nem sempre! Como se a vida fosse um exercício burocrático que fica sempre embaçado, na imagem que repousa refletida na superfície de vidro. O retorno de um “(e)terno recalcado”. Mas esse exercício fortifica os músculos da existência cotidiana, na prática da abordagem da solidão humana.

Em momentos fulgurantes (para glosar Llansol) ou epifânicos (para glosar Clarice) como esse, é possível descobrir, quase sem se dar conta, que a poesia, qualquer que seja, é matéria viva: escrita por alguém que se convencionou chamar “poeta”. Quando se descobre o fruto de sua criação, depois que ele tenha morrido… Pode parecer sonho, ilusão que passa, mas não! 

O poeta disse, a certa altura: “Todos os meus livros tiveram um caráter de urgência”. Disse isso a um jornalista, um mês antes de morrer. Alguém, ao ler esta frase, pensa na textualidade que funciona como testemunho de um sujeito, alguém que não tem medo de rasurar a folha de papel com carga afetiva de tamanha densidade. Isso faz pensar, pois há sempre aqueles que procuram chaves de legitimação para tudo, deixando-se enredar em tramas falaciosas, em lugar de se deliciar com a beleza que se revela… em palavras!

A poesia de Al Berto parece texto escrito sobre pele humana. Um corpo que se escreve. Esse corpo que é território de afinidades eletivas, miragens longínquas da realidade. A costura que deixa em pé tal organismo é a angústia que se superpõe a tudo, a sensação de que alguma coisa está esquisita. Idéias e cenários em que se diluem alegorias que se constituem entre a escrita – mediação inconsútil a oscilar: urgência, melancolia, diferença, transgressão. Ele escreve a vertigem que nutre a Literatura com ficção e experiência unidas de modo inseparável: idealismo e existencialismo, o Romântico e o Contemporâneo – território de referência constante, igualmente irrecorrível. Al Berto transporta para o poema seus mitos íntimos. Dejá vu? Se for, não chega a ser defeito! Ele não se limita. Sua originalidade consiste na singularidade da evocação que desenha, parodia ou integra com a sua dicção poética.

Faço minhas as palavras de Joaquim Manuel Magalhães: “Um nome: Al Berto. A poesia como ataque por todas as vias – droga, sexo, loucura, jogo, magia. Um fluxo de revelação… que desencadeia o modo diverso de enfrentamento da ocupação majoritária dos impulsos das práticas da vida”.

Boa leitura!

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Costumes 3(*)

Não se assuste quando chegar a um restaurante mais central em Zagreb, dos mais simples, por favor! Como em todos os outros, a primeira palavra que você vai escutar é Izvolite!. Não há tradução “literal” que consiga “traduzir” o sentido da expressão. Iz é da classe das preposições, com sentido de origem: Ja sam iz Brazila (Lê-se: “Ia sam is brazila” = “Eu sou do Brasil”). Volite é a segunda pessoa do plural do presente do indicativo do verbo Volim (Querer, amar, ter vontade, gostar, etc.). Viu como não faz sentido!!! Izvolite é como “Fique à vontade!”, “Pois não!”… i tako dalje (Lê-se “i taco dáliê” = e por aí vai)!

Pois! Entrou, sentou-se, prepare-se… Se for meio-dia em ponto, você vai escutar um tiro de canhão. Todo dia é assim, faça chuva ou faça sol. Em priscas eras (Ui! Agora eu me entreguei!), quando essa região era uma guerra só, o tiro servia de alerta para informar a volta do dia. E tome guerra… A tradição permancece, numa torre que é visitada por todo o turista que vem à cidade. Se você vier, enquanto estiver aqui, eu levo você lá!

3974708515_f903fa85c0Entre no restaurante. Assuste-se com o tiro. Ria. Relaxe e peça um Ćevapi ou Ćevapici (Lê-se “tchevapi” ou tchevapitsi”. É um prato muito popular por essas redondezas. Dizer que é “croata” é um problema, pois a região até bem pouco tempo era uma república socialista, dominada, durante um período, pelo famigerado Marechal Tito, vulgarmente conhecido como Josip Broz Tito (Que pena… Josip, em croata, é José!). Veja mais sobre ele na “Wikipedia” – uma delícia de enciclopédia virtual – http://pt.wikipedia.org/wiki/Josip_Broz_Tito). Seguindo… Peça o tal prato de pronúncia esquisita, mas de sabor esplendoroso, principalmente para quem gosta de cebola. Trata-se de pequenos rolos, como croquetes de carne, que pode ser de vaca, de porco ou de carneiro, ou uma mistura de duas a duas, ou das três. O petisco presta-se a diversas receitas que variam na matéria e no tempero utilizados. (Os gourmands locais, mais exigentes, no entanto, sugerem que seja carne de vaca e que esta venha de quatro partes distintas do bicho – Não tive a curiosidade de perguntar quais!). Depois de muito bem picada (três ou quatro vezes), junta-se o tempero e moldam-se rolos do tamanho de um polegar. Pode ser moldado em quadradinhos também. Grelhe numa chapa bem quente. Na mesma chapa, com o excesso da gordura que fica, refoque aos pedaços de cebola, que não foi na água! Isso é fundamental! Corte pelo meio um pão caseiro (daqui, claro né!!!), esquente-o na mesma chapa, deixando tostar um pouquinho, mas só um pouquinho! Coloque a carne e a cebola dentro do pão. E isso em cima de um prato. Pronto. Tem mais simples???!!! Duvido!!! É uma delícia!!!

cevapiO arroz que aparece na foto é “papagaio de pirata”!!!. Tradicionalmente, ele não participa do acepipe! Para acompanhar, claro, uma boa cerveja croata, que não precisa estar “estupidamente gelada”, por aqui! Recomento três:

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Bom apetite!!! Em outro momento falo da minha sobremesa preferida!

(*) Esse post é especial para a Ieda: curto e grosso!!! 😉

Emoções

Mais uma vez, bati os olhos num texto e me deixei tocar. A partilha é inevitável…

Coração

“Como médico cancerologista, já calejado com longos 29 anos de atuação profissional (…) posso afirmar que cresci e modifiquei-me com os dramas vivenciados pelos meus pacientes. Não conhecemos nossa verdadeira dimensão até que, pegos pela adversidade,descobrimos que somos capazes de ir muito mais além. Recordo-me com emoção do Hospital do Câncer de Pernambuco, onde dei meus primeiros passos como profissional. Comecei a frequentar a enfermaria infantil e apaixonei-me pela oncopediatria. Vivenciei os dramas dos meus pacientes, crianças vítimas inocentes do câncer. Com o nascimento da minha primeira filha, comecei a me acovardar ao ver o sofrimento das crianças . Até o dia em que um anjo passou por mim!

Meu anjo veio na forma de uma criança já com 11 anos, calejada por dois longos anos de tratamentos diversos, manipulações, injeções e todos os desconfortos trazidos pelos programas de químioterapia e radioterapia. Mas nunca vi o pequeno anjo fraquejar. Vi-a chorar muitas vezes; também vi medo em seus olhinhos; porém, isso é humano! Um dia, cheguei ao hospital cedinho e encontrei meu anjo sozinho no quarto. Perguntei pela mãe. A resposta que recebi, ainda hoje, não consigo contar sem vivenciar profunda emoção:
– Tio, disse-me ela, às vezes minha mãe sai do quarto para chorar escondido nos corredores. Quando eu morrer, acho que ela vai ficar com muita saudade. Mas, eu não tenho medo de morrer, tio. Eu não nasci para esta vida!
Indaguei:
– E o que morte representa para você, minha querida?
– Olha tio, quando a gente é pequena, às vezes, vamos dormir na cama do nosso pai e, no outro dia, acordamos em nossa própria cama, não é?
Lembrei das minhas filhas, na época crianças de 6 e 2 anos, com elas, eu procedia exatamente assim…
– É isso mesmo.
– Um dia eu vou dormir e o meu Pai vem me buscar. Vou acordar na casa Dele, na minha vida verdadeira!
Fiquei ‘entupigaitado’, não sabia o que dizer. Chocado com a maturidade com que o sofrimento acelerou a visão e a espiritualidade daquela criança.
– E minha mãe vai ficar com saudades, emendou ela.
Emocionado, contendo uma lágrima e um soluço, perguntei:
– E o que saudade significa para você, minha querida?
– Saudade é o amor que fica!

Hoje, aos 53 anos de idade, desafio qualquer um a dar uma definição melhor, mais direta e simples para a palavra saudade: é o amor que fica! Meu anjinho já se foi, há longos anos. Mas deixou-me uma grande lição que ajudou a melhorar a minha vida, a tentar ser mais humano e carinhoso com meus doentes, a repensar meus valores. Quando a noite chega, se o céu está limpo e vejo uma estrela, chamo pelo ‘meu anjo’, que brilha e resplandece no céu. Imagino ser ela uma fulgurante estrela em sua nova e eterna casa. Obrigado anjinho, pela vida bonita que teve, pelas lições que me ensinaste, pela ajuda que me deste. Que bom que existe saudade! O amor que ficou é eterno.”

Rogério Brandão
Médico oncologista clinico
RC Recife Boa Vista D4500

Coração batendo

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