Eros e Tânatos: a vida, a morte, o desejo IV

  Nessa direção, reproduzo aqui, pela terceira e última vez, um trecho do livro que, me parece, se não é a sua síntese, chega muito perto disso. O trecho está na página 112, quando o autor vai tecendo suas considerações teleológicas acerca do Banquete. Diz ele que “o falar de amor já é sintomático de […]

Eros e Tânatos: a vida, a morte, o desejo III

  O passeio que o autor faz pela Filosofia, na sua incansável busca por elementos que sustentem a hipótese de uma resposta para a pergunta obsedante de Santo Agostinho: eminência parda que, com sua sombra instigante, vai cobrindo os caminhos percorridos pelo autor, é deslumbrante. Ao contrário do que poder-se-ia imaginar, a sombra não atrapalha, […]

Eros e Tânatos: a vida, a morte, o desejo II

  “O homem é, evidentemente, constituído não de uma simples, mas de uma múltipla, não de uma certa, mas de uma ambígua natureza. Por conseguinte, ele deve ser colocado como um meio entre as coisas mortais e as imortais.” Este é o período de abertura do livro de Rogério. E as últimas são: “Termino, pois […]

Eros e Tânatos: a vida, a morte, o desejo I

  A primeira ideia que me ocorre para desenvolver a apresentação deste livro (ALMEIDA, Rogério Miranda de. Eros e Tânatos: a vida, a morte, o desejo. São Paulo: Edições Loyola, 2007, 341 p.) é a de maniqueísmo. De acordo com os dicionários, maniqueísmo é o nome que se dá a certo dualismo religioso que se […]