Relatório de viagem 2

Passagem comprada, reserva de hotel confirmada, passaporte separado. O essencial está pronto para a partida. Agora é enfrentar o trânsito, encontrar vaga no estacionamento e aguentar as caras e bocas daqueles que “se acham” porque estão na fila para embarque num voo internacional. Parece coisa de cinema de quinta… Uma mixórdia de tipos que se olham e observam os demais, fazendo comentários e dando informações as mais inúteis sobre tudo o que não interessa. Para além disso, a vergonha em que se transformou a “sala de embarque internacional” do aeroporto de Confins. Sofrível… Mais um atestado de incompetência e falta de senso do Brasil que tanto se preza por conta da conquista do direito de sediar eventos da magnitude dos que estão vindo por aí… A julgar pela “sala”, o fiasco é como morte anunciada…

A viagem. Bem, a viagem. O que dizer da viagem num tudo de ar comprimido com misturas gasosas as mais diversas, durante quase nove horas, num apertamento que não se justifica por nada desse mundo. Depois da epopeia noturna sobre o Atlântico, chegamos, sãos e salvos. Bem, não posso garantir que cem por cento sãos, mas…  Salvos! Já na recepção do aeroporto, o casal sobre quem vou dedicar capítulo à parte nesta “saga”, Vitor e Ana Cristina, nos recepcionando com a “carrinha” – é como os “alfacinhas” (=lisboetas, na variante europeia) chamam as vans e/ou os microônibus. O pá! Dali ao hotel, para deixar malas, e rumo a Sintra.

 

Almoço em Sintra

 

Almoço mais que bem vindo. Cozinha tradicional, num restaurante “pequenino”, com muito charme e calor humano. Os portugueses são mestres na arte de bem receber. Eu disse arte, não estereótipo. Nada como a boa e velha casa portuguesa que abre suas portas para o deleite dos olhos e narizes, para não dizer bocas e, às vezes, ouvidos. Ramas de alho espalhados pelos beirais interiores, ladeados por garrafas de vinho e vidros de conservas. As espetadas de carne e o arroz ao dente, sobrevindos com arroz doce (que lá leva muito ovo, mas bota ovo nisso!) e o vinho, servido em jarras de barro: a cara da terra lusitana! Barriga cheia, pé na estrada. Sintra. Um charme, uma delicadeza. Com direito à companhia (no papel de guia turístico – para um turismo que a maioria dos turistas execraria, mas que eu simplesmente *A*D*O*R*O*!) de S.A.R. Dom Miguel, Infante de Portugal, Duque de Viseu – legítimo descendente (em linha direta) da Casa de Brangança… (Ele é o que está à minha direita na foto). Não é para qualquer um!

 

Com Vitor e Dom Miguel, o infante

 

 

Ana Cristina, esposa do Vítor, ele mesmo e Dom Miguel deram verdadeiras aulas durante a visita ao Palácio da Vila de de Sintra. Uma cidadezinha, repetindo, encantadora.

 

Com Andreia em Sintra     A fonte     Almoço em Sintra     Castelo de Sintra     Da janela vendo o castelo

 

Janela do Atlântico     Jardim interno do Palácio de Sintra     ouvindo um pouco de História em Sintra     Primeiro almoço     Sintra - a praça

 

O primeiro dia continuou intenso, com uma sessão “acadêmica” num restaurante de Lisboa – Clara Chiado – estabelecimento gourmet que nos recebeu de braços abertos, com uma generosidade inenarrável, em companhia de gente mais que simpática. De Sintra até o Chiado, o trajeto foi coroado com os saborosos comentários de Vitor e Ana Cristina, anfitriões impecáveis!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Atentos à peofwssora     Colina do castelo da Pena

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