Diário Coimbrão 9

Éramos ela e eu. Somente eu e ela naquele autocarro amarelo, quentinho, vazio. Ela devia ser vendedora ou balconista, ou trabalhar internamente no Pingo Doce (rede de supermercados daqui, não sei de Portugal inteiro). Ela carregava uma sacola e o pacote com o bolo rei. Pode ser que ela trabalhasse numa das duas confeitarias (Pastelaria […]