Diário Coimbrão 7

Hoje é o primeiro dia do último mês do ano de 2014. Que rápido! Já um mês da minha chegada. E eu que pensei que ia passar rápido. Está voando, o tempo…

Curiosidade: Nicolau Chanterrene (o nome da rua em que estou a morar) identifica um escultor francês do século XVI, conforme explica o pedestal de alvenaria recoberto de azulejos portugueses, a indicar a rua, como soe acontecer por aqui.

Se for perguntar por um “ponto” de ônibus, peça pela “paragem do autocarro”. “marcar” serve para clicar. Cafetaria… bem… tá na cara… Rua pode ser estrada e carão postal é bilhete postal.

Hoje, por acaso, e involuntário equívoco, peguei um ônibus (Ops… um autocarro) que sempre me pode trazer a casa (Sim… esse “a” é uma preposição, vai sem crase mesmo, como se faz por aqui. Ele substitui o osso “para”, vulgo “pra”!) e acabei dando uma volta do peru. Foi interessante. Conheci a colina na posição diametralmente posta àquela em que está a Universidade que encima a melancólica Coimbra dos fados e da umidade que vem do Mondego… muita! Como não planejei o erro, estava sem a máquina fotográfica, por isso não há fotos, mas há cantinhos pitorescos por lá, pelos lados de Covões. Sim é este o nome do bairro (Aqui é “Freguesia”) que encima a tal de colina diametralmente oposta. Há um hospital enorme lá, que leva o nome do bairro. Um passeio a mais a colecionar na memória que se vai fazendo grande (a inversão do pronome também é “marca” da língua que se fala por aqui).

Algumas fotos ficam aqui, outra vão para o Facebook. Um mês! Puxa vida!

De cima para baixo, da esquerda para a direita…

– a primeira refeição no domingo depois da chegada: cozido à portuguesa. Delícia, apesar de “pesado”

– a decoração de Natal de um dos centros de compra da cidade

– a cafetaria de um casal de Contagem, que conheceu papai

– a claraboia do gabinete em que trabalho na universidade

– à direita da rua em moro

– a fachada do prédio em que moro

– esperando a supervisora na primeira segunda-feira

– primeiro dia de sol, quase três semanas depois da chegada

– eu já voando as tranças (?) para Lisboa, na primeira semana aqui

– D. Dinis recebendo os visitantes e acadêmicos numa das entradas de sua universidade

– não é o que se pode pensar: é apenas a indicação de um “largo” bem no meio da “Baixa” (=centro da cidade… downtown pra quem gosta dessa língua)

20141102_11583020141105_132931Café 1FB_IMG_1416404260374IMG_0017IMG_0018IMG_20141103_065711IMG_20141105_075202IMG_20141108_083647IMG_20141118_134404Placa

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: