Era uma vez…

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Era uma vez um lugar. Era uma vez um lugar em que a população vivia dentro de padrões mínimos de convivência civilizada com a adequada “qualidade de vida”.. Era uma vez um lugar em que as pessoas podiam ir e vir a qualquer hora com segurança, podiam consumir e produzir em equilíbrio capitalista ideal e podiam sonhar… Neste lugar, as crianças só podiam começar a frequentar a escola a partir dos seis anos de idade (A “EDUCAÇÂO” lato senso era responsabilidade das famílias: princípios, valores, ética, moral, essas coisas que anda escasseando por aí…). E todos os níveis de escolarização, os estudantes recebiam educação em horário integral: entravam às oito e saíam às 17 horas, todo santo dia… Na escola básica, as crianças eram responsáveis pela organização de mobiliário e acervo (bibliográfico e de material didático). Eram também elas que faziam a limpeza das “casinhas” e da copa, após as refeições, que eram quatro, todo santo dia… Nesta fase da escolarização, as crianças participavam e atividades didáticas e extra-classe, incluindo aí esportes, trabalhos manuais, informática, leitura, escrita, trabalhos manuais, visitas a museus, sessões de cinema e teatro e recreação. No segundo nível de escolarização, priorizavam-se as atividades voltadas para as atividades coletivas de comercio e indústria, com relevo para a produção local (no domicílio de cada escola) e nacional, conforme estudos prévios. Na segunda fase da escolarização, as atividades voltadas para o estudo, a criação e o aperfeiçoamento de tecnologias levava o bastião pedagógico, orientando todas as atividades decorrentes e necessárias. Ah… esportes, atividades artísticas e práticas empresariais e industriais também compunham o cardápio da formação. No nível superior, as universidades ofereciam formação em dois “momentos”. O primeiro (de dois a três anos), a formação humanística ganhava total e absoluta relevância. A formação “universitária” – é preciso, aqui, atentar para a história etimológica do termo que sustenta seu conceito – não deixava de lado a Filosofia, a Antropologia, a História, as Línguas, as Literaturas e a Psicologia, a Economia, a Diplomacia. Na conclusão do nível superior – mais uma etapa de dois a quatro anos – as áreas do conhecimento (vinculadas às atividades “de mercado” – nacionais e internacionais – ganhavam relevo e determinavam a orientação acadêmico-científica dos currículos de formação. Ao fim e ao cabo, os estudantes graduavam-se em nível de Mestrado, podendo optar por um doutoramento posterior. Que fique claro que a conclusão desse nível de educação já antevê a inserção no famigerado mercado de trabalho, numa simbiose dinâmica que fazia locupletar a “máquina”. No doutoramento, a a universidade primava por produzir e refinar conhecimento, para que toda a base antes desenvolvida contasse com constante aperfeiçoamento.

Bum, shshshshshshshsbum, shshshshsshshshshshbum, fiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiitash, fiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiitash, bu, bum, bum, trash, craft, shbum, bum, bum…

Que foguetório é esse meu Deus? Acordei…

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3 respostas para “Era uma vez…”.

    1. Dura mesmo, mas é sempre bom sonhar e ter sonhado!

      1. Sim, mesmo que seja curtíssimo !

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