Uma crônica

Li. Gostei. Partilho.

“Saí de manhã para tentar cortar o cabelo, impossível, barbeiros esgotados e marcados até ao fim da próxima semana, fiquei satisfeito pelos donos e empregados; nada mais bonito do que sentir e ver em plena laboração uma qualquer actividade, mesma esta.

Depois caminhei pela Avenidas Novas em Lisboa, Alvalade, Av Roma… em busca do novo negócio dos Postigos desconfinados…

… nada de nada ou quase nada mais, para além duns cafezitos em copo de papel… e o que já vinha do antecedente, comércios de víveres e take aways.

Na ora “postigada” pastelaria Mexicana fiz o Euromilhões e comprei a bica, em papel claro; estático, mendigando vestido de humilhação e dor, estava por ali, de mão estendida, um senhor de bom aspecto, razoavelmente vestido, todo ele transpirando infelicidade tão sentida e profunda, num olhar óbvio que só pedia algo para comprar pão para a família, que me magoou e muito, ajudei o que pude, era claramente mais uma vítima deste holocausto anti humanidade da Covid 19, montado com os sabidos e consabidos propósitos das elites globalistas, de instalarem a Nova Ordem Mundial e o Governo Único Mundial.

Discutir a Covid num qualquer outro aspecto é-me impossível, pois é, claramente, um evento de massivo banditismo político internacional, do mais criminoso que a humanidade jamais viveu, apoiado, inacreditavelmente, por toda a comunicação social em massa, paga para o efeito, tal como foi feito em Portugal e, apoiado também, pelos poderes políticos eleitos dos vários países, excepto de um ou outro mais patriótico, como a Hungria, Polónia, Croácia, Eslovénia, Eslováquia, etc..

Lisboa é desde há um ano e três meses um deserto urbano mas, simultaneamente, é um estaleiro gigante de milhentas obras camarárias em curso em todas as esquinas (em espera da bazuca)…

… é uma cidade fantasma proclamando aos quatro ventos o fim irreversível duma era gloriosa e, lá fui percorrendo a pé as avenidas e ruas desta nobre parte da cidade, que tão bem conheço, onde ainda se preserva ou preservava na integra, antes dos confinamentos assassinos, o comércio tradicional Lisboeta, em particular, na Avenida da Igreja, pois cada porta de rés do chão era um negócio, que dava àquela rua uma vida fabulosa, uma alegria, um bulício sem igual e uma aura de felicidade que inundava as gentes que por ali vivem e andavam, única em toda a Lisboa, cheia esta já de ruas mortas pelas falências de todos os negócios tradicionais, assassinados pelos grandes espaços comerciais.

No meu lento passear ruas fora senti, vê-se, essa morte efectiva, premeditada e assassina, presente naquelas mil e uma lojinhas fechadas, restaurantes, oficinas, boutiques, cabeleireiros, etc… com ou sem postigos, que estão por ali em coma profundo… financeiro, irreversível, sem presente e sem futuro, tendo arrastado consigo patrões e empregados para os horrores das falências, do desemprego, perdas de rendimentos, fome, perda de carros, casas, e etc… tudo, porque a OMS e Bruxelas determinarem os confinamentos, que continuarão… até 2025, num vai vem sem fim…

… embora andem para aí com enganos, mentiras, promessas, manipulações miseráveis das opiniões públicas, criando-lhes esperanças num dia, destruindo-as nos dias seguintes, em actos de irresponsabilidade e de gozo mesmo, com a inocência e falta de entendimento do povo dos logros e grandes políticas que giram em torno da Covid 19…

… sinto nojo e vómitos com a questão das vacinas, em que se promete aos pobres diabos povoléus, que se tomarem a vacina, não apanham com a coisa da Covid, que ficam imunizados, e que depois virá a imunidade do rebanho… e quando todo o povo for já um colectivos arrebanhado de vacinados e imunizados…

… acabam definitivamente os confinamentos, entretanto anunciam mil e uma nova estirpes, para as quais a vacina tomada já não funciona, mas sim outras futuras… e como tal tem de continuar tudo confinado… etc…

… com o claro objectivo de destruírem totalmente as economias nacionais de todos os países da União Europeia, e tornarem os seus povos 100% subsidio dependentes e à míngua de pão e água e, como tal, borregamente subservientes, e a quem tudo irão extorquir… casas, terras, numa nova versão de maoismos, bolchevismos, sovietismos, comunismos totais e absoluto de 99% das populações e, simultaneamente, haverá o hipercapitalismo do 1% das elites globalistas…

…com um Estado sem meios alguns, sem qualquer autoridade, onde os traidores dos povos dos dias que correm, se sentarão, pagos a trinta dinheiros, para exercerem as suas funções carcereiras e de guardas prisionais dos seus povos que desgovernaram… e enjaularam em novos comunismos; não se riam; é isso que está previsto; atentem no que se está passando aí pelas políticas e vejam para onde é que tudo se encaminha…

Velho Mundo morto, Novo Mundo em reposição, no meio quem se lixa é o mexilhão.”

José Luís da Costa Sousa

2 respostas para “Uma crônica”.

  1. Qualquer semelhança… Bela crônica, apesar de triste e desesperançada. Tudo verdade. E dói…

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: