Categoria: Esparsos

  • Infância (de verdade!)

    Ando pensando em coisas que, aparentemente já não têm importância. Coisas que aprendi. Coisas que me mostraram. Coisas que faziam parte da vida de qualquer menino ou menina (Sim, só esses dois, menino e menina! O resto é invenção de gente descerebrada que não tem o que fazer a não ser encher o saco dos […]

  • Coisa

    O texto que segue não é de minha autoria, como se vê logo abaixo do título). Já o conhecia. Não me lembro se já o coloquei aqui. Pode ser que sim. Minha abissal preguiça me impediu de procurar nos alfarrábios deste blogue (creio que já há mais de dez anos o seu aparecimento). Deixa pra […]

  • Tradução

    Uma amiga muito querida, irmã de outra amiga tão querida quanto, vive nos Estados Unidos e, de quando em vez, manda umas mensagens mais que interessantes e hilárias. Desta feita, mandou-me uma série de conselhos. ambos estamos no clube dos “enta”. Fiz uma tradução livre dos “conselhos” (bem livre, em alguns casos!) e, em seguida, […]

  • Inusitado

    A maré de preguiça e falta de graça, somada à de vontade, tem feito buracos enormes em minhas publicações. Não me importo. Leio tanta bobagem. Escuto tanta asneira. Vejo tanta coisa horrorosa e sem graça que nem sei. Agorinha, repassando algumas coisas no facebook – coisa de ente à toa – deparei-me com uma publicação […]

  • Contos de terror

    É costume dizer que a vida imita a arte. Ou, por outra, que a ficção é germinada na realidade. Uma e outra assertiva comporta discussão. Minha preguiça me nega a energia para fazê-la aqui e agora. O que me traz aqui hoje é a vontade partilhar o incômodo que senti ao ler as linhas que […]

  • Acaso

    Acabei de ver um filme interessantíssimo. Seu nome? Berlim, eu te amo (2021, dirigido por Dianna Agron, Massy Tadjedin e Stephanie Martin). No Amazon Prime. A classificação é romance/drama. Não sei se cabe. Também não sei até que ponto essas classificações são, realmente, eficazes. Tenho sérias dúvidas. Tudo muito subjetivo. O que mais me assustou no filme […]

  • Ironia

    O texto que segue não é meu. Publico-o aqui por ser um exemplo de fina ironia, desvelada numa linguagem acuradíssima. É texto que dá prazer de ler. E muito. As omissões representadas por (…) se devem ao fato de que desejo preservar a identidade das “personagens” envolvidas, mas, acima de tudo e antes de mais […]

  • Trechos de um diário

    “Conheci o João Tordo numa tarde de palestra, para unos estrangeiros. Rapaz magrinho, tímido. Gaguejava um pouco, creio que de nervoso. Risonho falava com fluidez, apesar da citada gagueira, que, de fato não o era. Uma tarde agradável com algumas alunas fascinadas por ele. Foi divertido. Já o José Luis Peixoto conheci num auditório, depois […]

  • Lição

    A eletricidade tomava conta de cada segundo dos dias naquela semana. As provas finais das eliminatórias que definiriam o time olímpico iam acontecer. A piscina estava pronta. Os cronômetros e toda a aparelhagem, em perfeito estado. Os juízes, observadores, jornalistas e pessoal de apoio, devidamente treinados e a postos. Seria praticamente uma celebração. Os melhores […]

  • Primeira versão

    Segue a primeira versão de um poema (comentários e palpites continuam a ser esperados). “Sem sentido” Uma tarde que passa como as demais que também passam repetindo a mesma ritmada canção muda, a que embala quimeras e decepções num paul inquieto de ilusões e temores de gente que vive a trabalhar sem tino, rumores daquilo […]