Categoria: Literatura

  • Conto o milagre, mas não o santo!

    Recebi mensagem de um amigo muito querido. Um desabafo. Ele diz coisas que também penso e com as quais concordo. Pedi a ele para colocar seu desabafo aqui. Ele autorizou com algumas restrições que vão marcadas pelas reticências entre parênteses. Se algum dia as pessoas citadas se reconhecerem na mensagem, talvez uma miríade de almas […]

  • Para ler

  • Eros e Tânatos: a vida, a morte, o desejo IV

      Nessa direção, reproduzo aqui, pela terceira e última vez, um trecho do livro que, me parece, se não é a sua síntese, chega muito perto disso. O trecho está na página 112, quando o autor vai tecendo suas considerações teleológicas acerca do Banquete. Diz ele que “o falar de amor já é sintomático de […]

  • Eros e Tânatos: a vida, a morte, o desejo III

      O passeio que o autor faz pela Filosofia, na sua incansável busca por elementos que sustentem a hipótese de uma resposta para a pergunta obsedante de Santo Agostinho: eminência parda que, com sua sombra instigante, vai cobrindo os caminhos percorridos pelo autor, é deslumbrante. Ao contrário do que poder-se-ia imaginar, a sombra não atrapalha, […]

  • Eros e Tânatos: a vida, a morte, o desejo II

      “O homem é, evidentemente, constituído não de uma simples, mas de uma múltipla, não de uma certa, mas de uma ambígua natureza. Por conseguinte, ele deve ser colocado como um meio entre as coisas mortais e as imortais.” Este é o período de abertura do livro de Rogério. E as últimas são: “Termino, pois […]

  • Eros e Tânatos: a vida, a morte, o desejo I

      A primeira ideia que me ocorre para desenvolver a apresentação deste livro (ALMEIDA, Rogério Miranda de. Eros e Tânatos: a vida, a morte, o desejo. São Paulo: Edições Loyola, 2007, 341 p.) é a de maniqueísmo. De acordo com os dicionários, maniqueísmo é o nome que se dá a certo dualismo religioso que se […]

  • Para quem gosta de ler III

    Em História universal da destruição dos livros, os leitores têm a oportunidade de conhecer os motivos, modos e sujeitos que causaram esse tipo de assassinato da memória a sangue frio. Atitude tomada, inexplicavelmente, ao longo de 55 séculos. Os modos vão dos desastres naturais ou provocados, passando pela omissão de autoridades em relação a bens […]

  • Para quem gosta de ler II

      Partindo da antiguidade, Fernando Báez avança no tempo e relata como e porque, em diversas épocas de nossa História, a humanidade destruiu milhares de livros e documentos. Até o filósofo Platão queimou alguns de seus próprios livros, e livros de outros autores: seu raciocínio o levava a afirmar que o conhecimento deveria se restringir […]

  • Para quem gosta de ler I

    O que dizer de um livro que conta uma história da destruição de livros? Enlouqueceu o autor, poderia ser dito… mas não. Ele não enlouqueceu! Disse “uma” história, porque, na verdade, esta não precisa ser, necessariamente “a” História, sobre esse assunto. Debate longo, sinuoso, que, aqui, não vai levar ninguém a lugar nenhum. O que […]

  • Certa(s) literatura(s) III

    O que haveria de gay no tal de “neo-barroco”? Talvez a revolta homossexual que é uma espécie (tentativa frustrada?) de ataque a famigerada transcendência denegada, em sua especificidade, em sua imanência. Talvez seja a cultura provocantemente superficial: escarnecimento de papéis e atitudes, perda de seriedade, revolução carnavalesca que altera a ordem da razão social, dissolução […]