Momices

Em início de curta temporada de preguiça institucionalizada, resolvi partilhar mensagem que recebi pelo telefone. Chega a ser engraçadinho, mas vale pela postagem do dia. Evoé Momo…

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Carnaval 2018

 *Marchinhas que estão CANCELADAS !*

 Me dá um dinheiro aí – *ASSALTO;*

O Teu cabelo não nega – *RACISMO;*

Cabeleira do Zezé – *HOMOFOBIA;*

Você pensa que Cachaça é Água – *Alcoólicos Anônimos reagiu;*

Bandeira Branca – *TRÁFICO*;

Máscara Negra – *BLACK BLOCKS;*

Vou Beijar-te Agora – *ASSÉDIO*;

A Turma só me Chama de Palhaço – *BULLING;*

Você tem que me dar seu coração – *CRIME PASSIONAL;*

Maria Sapatão – *APOLOGIA GAY FELICIANA;*

Índio quer apito, se não der, pau vai comer – *EXTORSÃO*;

Cidade Maravilhosa – *CALÚNIA !!!*

A Pipa do Vovô não sobe mais – *BULLING COM OS IDOSOS*  

Assim fica difícil😂😂

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Lógica(s)…

Não sei queme screveu o que segue. Diverto-me. Repasso, na completa ausência de algo interessante de próprio punho…

“Só veja a resposta abaixo depois de tentar resolver o problema.

A questão abaixo caiu na prova do ITA do ano passado, portanto aí vai um exemplo para os que almejam estudar nas melhores universidades do país, ok? Pura matemática.

Uma mãe é 21 anos mais velha que o filho. Daqui há 6 anos a mãe terá uma idade 5 vezes maior que o filho. Pergunta: Onde está o pai agora?

Há que fazer alguns cálculos para obter a resposta. Por mais incrível que pareça a resposta é dada pela matemática.

PENSE…

Solução:

Adotamos a idade da mãe como sendo = Y anos. Adotamos a idade do menino como sendo =X anos. Portanto, como a mãe é 21 anos mais velha, temos: Y = X + 21. Daqui a 6 anos, ou seja: (Y+6) e (X+6) Daqui a 6 anos a mãe terá idade 5 vezes maior que a do filho, ou seja: Y+6=5 (X+6). Resolvendo a equação, temos: Y+6=5X+30. Y=5X+24. Se substituirmos o valor acima de Y na primeira equação (Y=X+21), teremos: 5X+24=X+21. 5X-1X=21-24. Logo: 4X=-3. X=-¾. O menino tem hoje -3/4 anos, ou seja, -9 meses (menos nove meses). A resposta é lógica: se o menino tem exatos menos 9 meses, ele nascerá daqui a nove meses, então a resposta do problema proposto: O PAI ESTÁ COMENDO A MÃE ENQUANTO VOCE ESQUENTA A CABEÇA!!! E não adianta xingar que eu também recebi e li esta porra toda pra chegar a esta resposta…….. PQP!”

Coisa de mineiro

Tenho a impressão de que muita gente já conhece, mas sempre me divirto com essas anedotas, por um motivo ou por outro… Divirtam-se!

 

NÓIS SEMU ASSIM MESSSSSSSSSS


Três paulistas querendo contar vantagem pro mineirim :
1º. Paulista: –Eu tenho muito dinheiro… Vou comprar o Citibank!
2º. paulista: – Eu sou muito rico… Comprarei a Fiat Automóveis
3º. paulista: – Eu sou um magnata… Vou comprar a Usiminas
E os três ficam esperando o quê o mineiro vai falar.
O minerim da uma pitada nu cigarro de paia, ingole a saliva… faz uma “parza”… e diz:
– Num vendo…

Um mineirim tava no Ridijaneiro, bismado cas praia, pé discarço, sem camisa, caquele carção samba canção, sem cueca pur dibacho. Os cariocas zombano, contano piada de mineiro. Alheio a tudo, o mineirim olhou pro marzão e num se güentô: correu a toda velocidade e deu um mergúio, deu cambaióta, pegô jacaré e tudo mais. Quando saiu, o carção de ticido finim tava transparente e grudadim na pele. Tudu mundo na praia tava oiano pro tamanho do “amigão” que o mineirim tinha. O bicho ia até pertim do juêio…A turma nunca tinha visto coisa igual. As muié cum sorrisão, os homi roxo dinveja, só tinham olhos pro bicho.
O mineirim intão percebeu a situação, ficou todo envergonhado e gritou:
– Qui qui foi, uai? Seus bobãom… vão dizê qui quando oceis pula na agua fria, o pintim doceis num incói tamém…?

Um mineirinho bom de cama, passando por New York, pega uma americana e parte para os finalmentes. Durante a relação, a americana fica louca e começa a gritar:
– Once more, once more, once more!

E o mineirinho responde desesperado:
– Beozonte, Beozonte, Beozonte…

O mineirinho entra num boteco e vê anunciado acima do balcão:
Pinga ……………………………. R$ 1,00
Cerveja …………………………..R$ 2,50
Pão de queijo ………………….R$ 2,00
Sanduíche de galinha ……….R$ 3,00
Acariciar órgão sexual ………R$ 5,00
Checando a carteira para não passar vergonha, ele vai até o balcão e chama
uma das três garotas que ali estão servindo:
– Ô moça, faiz favor.
– Sim! Em que posso ajudar? –responde ela com um sorriso lindo.
– É ocê que acaricia os órgão sexuar dos freguêis?
– Sou eu mesma! – responde ela, com voz caliente e um olhar bem sensual.
– Então, ocê lava bem as mão, que eu quero um pão de quejo.


O velhinho, mineiro de Berlandia, está no hospital, nas últimas… O padre está ao seu lado para dar-lhe a extrema-unção. Ele lhe diz ao ouvido:
– Antes de morrer, reafirme a sua fé em nosso Senhor Jesus Cristo e renegue o Demônio.
Mas o velhinho fica quieto. Ao que o padre insiste:
– Antes de morrer, reafirme a sua fé em nosso Senhor Jesus Cristo e renegue o Demônio.
E o velhinho… nada. Então o padre pergunta:
– Por que é que o senhor não quer renegar o Demônio?
O velhinho responde:
– Enquanto eu num soubé pronde vou, num quero ficá de mar cum ninguém!

Silêncio

O poder de sedução de uma anedota é infinito. Quando bem contada, consegue fazer todo mundo rir. Quando bem escrita, pode fazer pensar. É o caso do texto que segue. É uma anedota (desconheço a fonte) um tanto longa para esse gênero de texto, mas que diz a que veio. Faz pensar que nem tudo é do jeito que dizem que deve ser e que muita gente acredita que tem de ser. A outra “lição” é que nem tudo que se aprende funciona do jeito que os “manuais” ensinam… Cabe a cada um interpretar a seu modo. Mas a piada é (até) boa!

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A Executiva bem sucedida

Foi tudo muito rápido. A executiva bem-sucedida sentiu uma pontada no peito, vacilou, cambaleou. Deu um gemido e apagou. Quando voltou a abrir os olhos, viu-se diante de um imenso Portal. Ainda meio zonza, atravessou-o e viu uma miríade de pessoas. Todas vestindo cândidos camisolões e caminhando despreocupadas. Sem entender bem o que estava acontecendo, a executiva bem-sucedida abordou um dos passantes:

– Enfermeiro, eu preciso voltar urgente para o meu escritório, porque tenho um meeting importantíssimo. Aliás, acho que fui trazida para cá por engano, porque meu convênio médico é classe A, e isto aqui está me parecendo mais um pronto-socorro. Onde é que nós estamos?

– No céu.

– No céu?

– É.

– Tipo assim… o céu, CÉU MESMO! Aquele com querubins voando e coisas do gênero?

– Certamente. Aqui todos vivemos em estado de felicidade permanente.

Apesar das óbvias evidências, nenhuma poluição, todo mundo sorrindo, ninguém usando telefone celular, a executiva bem-sucedida custou um pouco a admitir que havia mesmo apitado na curva.  Tentou então o plano B: convencer o interlocutor, por meio das infalíveis técnicas avançadas de negociação, de que aquela situação era inaceitável. Porque, ponderou, dali a uma semana ela iria receber o bônus anual, além de estar fortemente cotada para assumir a posição de presidente do conselho de administração da empresa. E foi aí que o interlocutor sugeriu:

– Talvez seja melhor você conversar com Pedro.

– É? E como é que eu marco uma audiência? Será que tem espaço na agenda? Ele tem secretária?

– Não, não, aqui tudo é muito simples, basta estalar os dedos e ele aparece.

– Assim? (…)

– Pois não?

A executiva bem-sucedida quase desaba da nuvem. Bem na sua frente, imponente, segurando uma chave que mais parecia um martelo, estava o próprio Pedro.  Mas, a executiva havia feito um curso intensivo de approach para situações inesperadas e reagiu rapidinho:

– Bom dia. Muito prazer. Belas sandálias. Eu sou uma executiva sucedida e…

– Executiva? Que palavra estranha. De que século você veio?

– Do 21. O senhor vai me dizer que não conhece o termo “executiva”?

– Já ouvi falar, mas não é do meu tempo.

Foi então que a executiva bem-sucedida teve um insight. A máxima autoridade ali no paraíso aparentava ser um zero à esquerda em modernas técnicas de gestão empresarial. Logo, com seu brilhante currículo tecnocrático, a executiva poderia rapidamente assumir uma posição hierárquica celestial na organização, e partiu para o ataque:

– Sabe, meu caro Pedro, se você me permite, eu gostaria de lhe fazer uma proposta. Basta olhar para esse povo todo aí, só batendo papo e andando à toa, para perceber que aqui no Paraíso há enormes oportunidades para promover um upgrade na produtividade sistêmica.

– É mesmo?

– Com certeza, tenho Ph.D. em reengenharia e sou especialista em logística. Por exemplo, não vejo ninguém usando crachá. Como é que a gente sabe quem é quem aqui, e quem faz o quê?

– Ah, não sabemos.

– Entendeu o meu ponto de vista? Sem controle, há dispersão, e dispersão gera desmotivação. Com o tempo isto aqui vai acabar virando uma anarquia. Mas nós dois podemos consertar tudo isso rapidinho implementando um simples programa de targets individuais e avaliação de performance.

– Interessante…

– É claro que, antes de tudo, precisaríamos de uma hierarquização e um organograma funcional, nada que dinâmicas de grupo e avaliações de perfis psicológicos não consigam resolver.

– !!!…???

– Aí, contrataríamos uma consultoria especializada para nos ajudar a definir as estratégias operacionais e estabeleceríamos algumas metas factíveis de leverage, maximizando, dessa forma, o retorno do investimento do Grande Acionista… Ele existe, certo?

– Sem dúvida, sobre todas as coisas.

– Ótimo. O passo seguinte seria partir para um downsizing progressivo, encontrar sinergias high-tech, redigir manuais de procedimento, definir o marketing mix e investir no desenvolvimento de produtos alternativos de alto valor agregado. O mercado telestérico, por exemplo, seria extremamente produtivo aqui.

– Incrível!

– É óbvio que, para conseguir tudo isso, nós dois teremos que nomear um board de altíssimo nível, com um pacote de remuneração atraente, é claro. Coisa assim de salário de seis dígitos, delegações de competência  e todos os fringe benefits de praxe. Porque, agora falando de colega para colega, tenho certeza de que você vai concordar comigo, Pedro. O desafio que temos pela frente vai resultar em um turnaround radical.

– Impressionante!

– Isso significa que estou nomeada vice-presidente e podemos partir para a implementação?

– Não. Significa que vou te transferir e você terá um futuro brilhante trabalhando com nosso concorrente. Porque você acaba de descrever exatamente como funciona o Inferno.

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A língua

Inteligência não é tudo! Melhor dizendo, a definição de inteligência é um tópico difícil de explicar. Melhor ainda: nada como o bom humor e a paciência para verificar que há vida inteligente onde menos se espera encontrá-la. Por que é, meu Deus, que estou fazendo esse introito? Vá lá… A internete espalha mundo afora um monte de coisas. Algumas delas prestam, outras nem tanto. Há aquelas que exageram e aquelas que forjam verdades “ocultas”. O fato é que, de um jeito ou de outro, a “rede” precisa de algo precioso e geralmente vilipendiado, não interessando a nacionalidade e/ou a cultura: a língua! No caso dos sete países que constituem a lusofonia (alguém, em nome de Deus “sabe”, explicar, “de fato”, o que isso significa???!!!), a Língua Portuguesa é a que está em jogo aqui. Acabo de ler uma mensagem com diálogos hilários (olha o pai dos burros aí, geeeeeeeeeeeeente!). Não sei a fonte, por isso não há “créditos” (Ai meu saquinho!). Os diálogos “impertinentes” (mas nem tanto!) revelam verdades insofismáveis. Cabe a cada um perceber essas verdades e aceitá-las, ou não! Ao ler, tentem dizer onde estão os “erros”!!! Vejam lá!

ALUNOS INTELIGENTES (?!)

imageProfessor: O que devo fazer para repartir 11 batatas por 7 pessoas?
Aluno: Purê de batata, senhor professor!

imageProfessor: Joaquim, diga o presente do indicativo do verbo caminhar.
Aluno: Eu ca-mi-nho… tu ca-mi-nhas… e-le ca-mi-nha…
Professor: Mais depressa!
Aluno: Nós corremos, vós correis, eles correm!

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Professor: “Chovia” que tempo é?
Aluno: É tempo feio, horroroso, senhor professor.

imageProfessor: Quantos corações nós temos?
Aluno: Dois, senhor professor.
Professor: Dois?!
Aluno: Sim, o meu e o seu!

imageDois alunos, muito amigos, chegam tarde à escola e justificam-se:
O 1º Aluno diz: Acordei tarde, senhor professor! Sonhei que tinha ido à Polinésia e a viagem demorou muito.
O 2º Aluno diz: E eu fui esperá-lo no aeroporto!


image image Professor: Pode dizer o nome de cinco coisas que contenham leite?
Aluno: Sim, senhor professor. Um queijo e quatro vacas.

imageAluno de Direito fazendo um exame oral. A pergunta: O que é uma fraude?
Responde o aluno: É o que o Sr. Professor está fazendo.
O Professor (muito indignado): Ora essa, explique-se…
Diz o aluno: Segundo o Código Penal, comete fraude todo aquele que se aproveita da ignorância do outro para o prejudicar!

imageProfessora: Maria, aponte no mapa onde fica a América do Norte.
Maria: Aqui está.
Professora: Correto. Agora, turma, quem descobriu a América?
Turma: A Maria.

imageProfessora: Bruno, que nome se dá a uma pessoa que continua a falar mesmo quando os outros não estão interessados?
Bruno: Professora.

imageProfessora: Joãozinho, me diga sinceramente: você ora antes de cada refeição?
Joãozinho: Não professora, não preciso… A minha mãe é uma excelente cozinheira.


imageProfessora: Artur, tua redação “O Meu Cão” é exatamente igual à do teu irmão. Você copiou?
Artur: Não, professora. O cão é que é o mesmo.

Mulheres…

Recebi esta pequena historinha numa mensagem de e-mail. Não sei quem é o autor. Como não havia citação de fonte na mensagem que recebi, fiz algumas correções e adaptações e publico aqui! Claro está que reconheço ser a história um tanto sexista e tendenciosa, mas nada que a deixe menos engraçada! Eu ri bastante. Tomara que ela agrade!

Coisas de mulher

Ela passou o primeiro dia empacotando todos os seus pertences em caixas, engradados e malas. No segundo dia, ela chamou os homens da transportadora que levaram a mudança. No terceiro dia, ela se sentou pela última vez na bela mesa da sala de jantar, à luz de velas, pôs uma música suave e se deliciou com uns camarões, um pote de caviar e um garrafa de Chardonnay. Quando terminou, foi a cada um dos aposentos e colocou alguns pedaços de casca de camarão, besuntados com caviar, dentro das cavidades dos varões das cortinas (aqueles tubos ocos de alumínio). Depois ela limpou a cozinha e se foi. Mais tarde seu ex-marido chegou com a nova namorada, estava tudo muito bem arrumado, cheirando a limpeza. Depois, pouco a pouco, a casa começou a feder. Eles tentaram de tudo: limparam, lavaram e arejaram a casa. Todas as aberturas de ventilação foram verificadas à procura de possíveis ratos mortos e os tapetes foram limpos com vapor. Desodorantes de ar e ambiente foram pendurados em todos os lugares. A empresa de combate a insetos foi chamada para colocar gás em todos os encanamentos, durante alguns dias, durante os quais tiverem de sair da casa, e no fim ainda tiveram de pagar para substituir o caríssimo carpete de lã. Nada funcionou. As pessoas pararam de visitá-los. Os funcionários das empresas de consertos se recusavam a trabalhar na casa. A empregada se demitiu. Finalmente, eles não suportavam mais o fedor e decidiram se mudar. Um mês depois, apesar de terem reduzido o valor da casa em 50%, eles não conseguiram um comprador para a casa fedorenta. A notícia se espalhava e nem mesmo corretores de imóveis locais retornavam as ligações. Finalmente, eles tiveram de fazer um grande empréstimo no banco para comprar uma casa nova. A ex-esposa ligou para o marido e perguntou como andavam as coisas. Ele contou a ela o martírio da casa podre. Ela escutou pacientemente e disse que sentia muitas saudades da casa antiga e que estaria disposta a reduzir a parte que lhe caberia do acordo de separação dos bens em troca da casa. Sabendo que a ex-mulher não tinha idéia de como estava o cheiro, ele concordou com um preço que era cerca de 1/10 do que valeria a casa. Mas só se ela assinasse os papéis naquele dia mesmo. Ela concordou e em menos de uma hora, os advogados dele entregavam os documentos a ela. Uma semana depois, o homem e sua namorada assistiam, com um sorriso malicioso, os homens da mudança empacotando tudo para levar para a sua nova casa… incluindo os varões das cortinas!

Moral da história: a muher

– não mente, e sim omite os fatos;
– não fofoca, mas sim troca informações;
– não trai, se vinga;
– não fica bêbada, entra em estado de alegria;
– nunca xinga,apenas é sincera;                                                              – não grita, testa as cordas vocais;                                                         – nunca chora, lava as pupilas dos olhos com freqüência;
– nunca olha para um homem sarado, apenas verifica suas formas anatômicas;
– sempre entende o que homem diz, só pede que explique novamente para testar a capacidade de raciocínio;
– não sente preguiça, descansa a beleza;
– nunca sofre por amor, e sim entra em contradições com os sentimentos.

MULHER NUNCA ENGANA OS HOMENS, PRATICA O QUE APRENDEU COM ELES!

Retórica

Recebi mensagem com uma anedota. Gostei tanto que a reproduzo aqui… Ah, essa eterna mania de partilhar o que me diverte,inclusive!

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ADVOGADO “DUSBÃO”
Na cidade havia um senhor cujo apelido era Cabeçudo. Nascera com uma cabeça grande, dessas cuja boina dá pra botar dentro, fácil, fácil, uma dúzia de Laranjas. Mas fora isso, era um cara pacato, bonachão e paciente. Não gostava, é claro, de ser chamado de Cabeçudo, mas desde os tempos do grupo escolar, tinha um chato que não perdoava. Onde quer que o encontrasse, lhe dava um tapa na cabeça e perguntava:
– Tudo bom, Cabeçudo?
O Cabeçudo, já com seus quarenta e poucos anos, e o cara sempre zombando dele. Um dia, depois do milésimo tapão na sua cabeça, o Cabeçudo meteu a faca no zombeteiro e matou-o na hora. A família da vítima era rica; a do Cabeçudo, pobre. Não houve jeito de encontrar um advogado para defendê-lo, pois o crime tinha muitas testemunhas. Depois de apelarem para advogados de Minas e do Rio, sem sucesso algum, resolveram procurar um tal de Zé Caneado, advogado que há muito tempo deixara a profissão, pois, como o próprio apelido indicava, vivia de porre. Pois não é que o Zé Caneado aceitou o caso? Passou a semana anterior ao julgamento sem botar uma gota de cachaça na boca! Na hora de defender o Cabeçudo, ele começou a sua peroração assim:
– Meritíssimo juiz, honrado promotor, dignos membros do júri.
Quando todo mundo pensou que ele ia continuar a defesa, ele repetiu:
– Meritíssimo juiz, honrado promotor, dignos membros do júri.
Repetiu a frase mais uma vez e foi advertido pelo juiz:
– Peço ao advogado que, por favor, inicie a defesa.
Zé Caneado, porém, fingiu que não ouviu e:
– Meritíssimo juiz, honrado promotor, dignos membros do júri.
E o promotor:
– A defesa está tentando ridicularizar esta corte!
O juiz:
– Advirto ao advogado de defesa que se não apresentar imediatamente os seus argumentos…
Foi cortado por Zé Caneado, que repetiu:
– Meritíssimo juiz, honrado promotor, dignos membros do júri.
O juiz não aguentou:
– Seu moleque safado, seu bêbado irresponsável, está pensando que a justiça é motivo de zombaria? Ponha-se daqui para fora antes que eu mande prendê-lo. Foi então que o Zé Caneado disse:
– Senhoras e Senhores jurados, esta Côrte chegou ao ponto em que eu queria chegar… Vejam: se apenas por repetir algumas vezes que o juiz é meritíssimo, que o promotor é honrado e que os membros do júri são dignos, todos perdem a paciência, consideram-se ofendidos e me ameaçam de prisão… Pensem então na situação desse pobre homem, que durante quarenta anos, todos os dias da sua vida, foi chamado de Cabeçudo! Cabeçudo foi absolvido, e o Zé voltou a tomar suas cachaças em paz.

Moral da história: mais vale um bêbado inteligente que uim alcoólatra anônimo!

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