Tag: Cinema

  • Acaso

    Acabei de ver um filme interessantíssimo. Seu nome? Berlim, eu te amo (2021, dirigido por Dianna Agron, Massy Tadjedin e Stephanie Martin). No Amazon Prime. A classificação é romance/drama. Não sei se cabe. Também não sei até que ponto essas classificações são, realmente, eficazes. Tenho sérias dúvidas. Tudo muito subjetivo. O que mais me assustou no filme […]

  • Um filme

    Um tratado. No dicionário que consultei on line, esta palavra apresenta duas acepções. Como adjetivo, significa que o que se tratou; como substantivo masculino significa convenção, entre dois ou mais países, referente a comércio, paz, etc. No entanto, que eu saiba, há ainda uma outra acepção. Tratado (do termo latino tractatus) é um estudo formal, científico, de caráter acadêmico, fundamentado […]

  • Conceitos

    O professor está na sala de aula explicando uma passagem de uma obra qualquer. Faz seus comentários enquanto os alunos escutam atentamente. Ele para e chama por um aluno. Ele não está. Chama por uma moça. Ela também não está. Então, o professor, com muita clama, faz uma brincadeira e pergunta se os dois alunos […]

  • Música

    Não se trata de um poema tout court, ao pé da letra. Seu autor foi Harold Arlen que, junto com Ira Gershwin, compuseram a música para a primeira versão de um filme inesquecível: A star is born. Ao escrever isso, por óbvio, vem à mente a imagem de sua mais preciosa, genial, contundente, emocionante, inigualável, […]

  • Três caminhos

    Iris, com Judy Dench; Still Alice, com Julianne Moore e Vivir dos veces, com Oscar Martínez ator não “conhecido” em Hollywood (que eu saiba). Três lições sobre um mal que assombra a humanidade: Alzheimer. Os três filmes são contemplados com desempenhos impecáveis dos atores que vivem os protagonistas: Iris, Alice e Emílio, na ordem. Haveria […]

  • Dois pontos

    Assim que foi lançada na Netflix, vi todos os capítulos da série Messiah. Levei quase três dias para fazê-lo. Mas fiz. Fiquei muito bem impressionado. Claro está que, como produção norte-americana, se não me engano, a obsessão da agente do serviço secreto chega às raias do patético tal sua necessidade de denegar o óbvio e […]

  • Impacto

    O que dizer de Joker? A atuação de Joaquin Phoenix é inquestionavelmente impecável. Tenho de reconhecê-lo, apesar de dele não gostar. Impecável. O phisique du role é impressionante. Seus movimentos corporais, numa verossimilhança incontestável – no que diz respeito à personagem, seu modus operandi, a trilha sonora e ao roteiro da história – tudo faz […]

  • Delicadeza

    Há quem diga que filmes baseados em livros desmerecem os próprios livros. Há os que preferem assim. Há aqueles que afirmam que o filme supera o livro, e vice-versa. Há e tudo, para todos os gostos, de todos os sabores e cores e… e… e… O fato que persiste: pode-se gostar de um ou de […]

  • Rever

    84 Charing Cross Road (David Hugh Jones, 1987). Este é o título em inglês. Nos cinemas tupiniquins, chamou-se Nunca te vi, sempre te amei. A “tradução”, mais que livre, acaba por não trair o filme, sem sua delicadeza, em sua grandeza. Como é que um filme pode ser delicado e grande ao mesmo tempo, não […]

  • Aparências

    Absorto que estava em meu mais adorado momento de ócio, quando leio depois do almoço, em lugar de dormir, quando me lembrei de um filme: A festa de Babette 1987, dirigido por Gabriel Axel, com roteiro baseado em conto de Karen Blixen). Eu morava em Santa Maria-RS, quando vi o filme. Tempos depois – não muitos […]