Instantâneo do cotidiano

Resultado de imagem para falta de educação

Aguardava eu, na fila do Carrefour da Pampulha, pela minha vez de passar os produtos que comprei. Esperava antes de faixa azul no chão. Nela estava escrito qualquer coisa parecida com: espere aqui e, quando possível, outro caixa será aberto para atendê-lo. Claro que isso não aconteceu enquanto eu esperava. Mas aconteceu algo que me deixou atônito, surpreso, estupefato, admirado – chega de adjetivos, alguém há de pensar que sou presunçoso, metido, esnobe, ops… Aguardava eu a minha vez quando um sujeito entrou na minha frente. Ele calçava sandálias havaianas, dois ou três números maiores que os pés dele, os calcanhares estava de fora, de propósito. Preciso dizer que os pés estavam sujos. Trajava bermuda enorme, que acabava no meio da canela, não sem antes deixar boa parte de seu avantajadíssimo abdômen – seu eu disser barriga, vão querer me processar por ofensa, por não ter sido politicamente correto! Nem vou comentar sobre a camiseta… chego a sentir engulhos. Pois bem. O gajo esse se aboletou à minha frente com a maior e mais pachorrenta desfaçatez. Falei com ele, em voz alta, que eu estava na fila, pois estava no lugar demarcado no chão para tanto. Ele me olhou de alto a baixo, como alguém que olhasse para um ET sujo de bosta, fedendo. Olhou-me e disse “Ah, é?!”. A pontuação é por minha conta, simplesmente para marcar o tom de sua fala que de desdenhosa chegava a causar urticária. Dei dois passos à frente e me fui, na frente dele. Ele saiu debochando, dizendo que eu estava “nervosinho”. É preciso dizer algo mais sobre o desenvolvimento econômico e político e o aumento do índice de educação da patuleia em pindorama?

Resultado de imagem para nojo
Anúncios

Contradições voláteis

hqdefault

Em 2005, Alejandro Almenábar lançava o seu Mar adentro. O rapaz que pula e fratura a coluna ficando tetraplégico e, depois de muitas décadas de uma sobrevivência exitosa, ainda que atroz (o que inferido da narrativa fílmica), resolve que a vida não vale mais a pena (em que pese a decantada recíproca poética do ortônimo). O homem decide que não quer mais viver. Confidencia com quem o cerca, na confiança e no afeto. Confidencia e sua decisão escapa do limite da confiança. A Igreja e o Estado se metem, mostram serviço, impõe seus valores, exigem obediência a seus princípios. Não vou falar como acaba o filme. Não é suspense, mas vale a pena recalcar o impulso do spoiler, investindo na sedução do convite. O filme tem NADA de piegas. A narrativa é uma faca de fio aguçado que vai penetrando, lenta e desconfortavelmente, na alma de quem a segue. A poesia das imagens comungam em espírito e ideia ao texto que relata o debate implícito, no auge de um absurdo (para alguns) que pode beirar a loucura. Claro está que existe quem, na economia do filme, veja como louvável a tentativa de manter a vida. Mas há controvérsias.

th

A partir disso, fico pensando numa blague nada engraçada com um clássico do cinema – What ever happened to baby Jane (Robert Aldrich, 1962) – o que terá acontecido com Michael Schumacher? A falta de “graça” se deve ao fato de que no caso do filme, o tormento a que é submetido uma das personagens revela a alta tensão dramática da narrativa que contrapõe dois ícones da cinematografia moderna no Ocidente. No caso do piloto, nada disso se passa. O acaso de um acidente fora das pistas condena o indivíduo a uma “vida” mantida por aparelhos, até prova em contrário, ainda ativa, desde 2013. O que é que se passa com ele? As diversas possibilidades de constituir teorias de conspiração, a referência complementa o impacto causado pelo filme de Almenábar. Nos dois casos, há a interferência do que chamei aqui de “acaso”. Não vou me deixar levar pelo cantos de sereia que as conspirações solfejam em suas mais diversas teorias. Não. Prefiro deixar a imaginação livre, mesmo que, intimamente, não conceda a esta situação o apanágio da possibilidade> em outras palavras, pergunto-me se o piloto está mesmo “vivo”.

michael-schumacher-lastest-health-update-ski-accident-816454

Estas duas referências me fazem pensar em recentíssima notícia sobre o desligamento dos aparelhos que mantinham vivo uma criança de menos de dois anos de idade no Reino Unido, mais especificamente, em Liverpool. Alfie. Pelo que acompanhei – e confesso que foi muito pouco -, o bebê sofria de doença raríssima e, aparentemente, todas as possibilidades foram esgotadas pelos médicos ingleses. Não havendo mais opções, veio a recomendação de desligar os aparelhos. Os pais resistiram. Conseguiram a autorização para transferir o filho para outro hospital, na Itália – até cidadania italiana foi providenciada para não haver qualquer tipo de empecilho. A contra resistência se fez sentir e o “Estado” interveio. A situação é similar – e apenas isso, similar! – às outras duas aqui registradas. A similaridade, no entanto, parece exceder os limites alheios para apontar para uma questão fundamental: a intervenção do “Estado”. No caso do piloto, em menor escala, com menos força (talvez… a gente não sabe dos detalhes…). No caso do filme do bebê real a coisa fica um pouco mais complexa, delicada, contundente. Não sou jurista. Não conheço a fundamentação filosófica do Direito. Sou um sujeito comum que se pergunta> tem mesmo o Estado o “direito” de intervir, de modo definitivo, irrecorrível, inquestionável, sobre a vida de um indivíduo? Penso que esta situação, em particular, a complexidade se adensa por dois “detalhes”: trata-se de um bebê de menos de dois anos (será que sua consciência registrou o que se passava com ele mesmo?; os responsáveis, os pais, decidiram pela tentativa, ainda uma, de reverter o quadro considerado definitivo pelos médicos e pelos “doutores da lei” em terras de Elizabeth II.

RQAF6VGCWQ6CVA776TVY75JLQE

A pergunta vai ficar, pra mim, sem reposta, ainda que minha dúvida aponte para a razão dos pais, mas…

th (1)

Poema insólito

download

E o mimimi  naquele lugar, aquele em que as pessoas se dizem “de respeito”, continua.

Eu fico com vontade de escrever, mas titubeio porque pode ser que não consiga. Há de haver alguém que goste e alguém que não, dizendo, num e noutro caso, que não sei dizer o que digo, que não sei escrever.

E a bienal “do livro” começou e a “celebridade” vai para aqueles que, mal saídos dos cueiros, são elevados à enésima potência do estatuto de “escritores”, apenas por atrair milhares de “jovens” com sua litania movida a hormônios e ilusões.

Cadê os livros? Cadê as reedições dos clássicos? Cadê o incentivo à leitura de “LITERATURA”…

Ai que preguiça das oficinas de escrita criativa. Isso existe mesmo?

O tempo passa. A vida passa. A morte chega. Três vérticeo de um triângulo, perímetro irrecorrível, inevitável, inexplicável. E pensar que o homem produziu fogo lascando uma pedra na outra… até prova em contrário.

Há quem acredite que o senado é um local próximo ao poder e que, por isso, a quem dele faz parte, é concedido o direito (divino?) de dizer o que pensa, sobre qualquer coisa, sem considerar com quem fala, de quê fala, de quem fala. “Sou um senador!… Machado de Assis já ensinou esta lição.

Então é assim mesmo: você faz, eu faço, e ninguém mais faz. Está instalada a impunidade e o parâmetro de correção e conduta. Dane-se o resto.

Se você não “malha”, se você não veste roupa de etiqueta, se você não usa as “mídias” mais “mudernas”, se você não fala mal da esquerda, se você não “frequenta”, se você não aplaude as bestas desemplumadas que correm atrás de uma bola como quem, com sede, busca água; se você não “aparece”… o mundo se acaba e pronto: tudo vira pó.

E lá vão os seis. Seis livros, doze mãos, seis cérebros, seis objetos. Vão ser esquecidos no tempo, encobertos pelo pó da desmemória e, ainda assim, anseiam por aplauso, por elogio fácil, por reconhecimento e por nota em jornal. Ah, a vaidade, a vã cobiça. Camões, que saudade…

Parodiando o poeta, o ortônimo, a origem: não sou nada!

images

 

Memória

Numa segunda-feira como hoje, mais ou menos a esta mesma hora, com a diferença de que já estávamos em Abril, eu chegada na Estação rodoviária da Plaza de Armas, em Sevilla, para a Semana Santa de lá. Meu interesse particular era pela noite de quinta para sexta, a chamada La madrugá. Ponto alto, segundo os próprios sevilhanos, dos festejos da Páscoa.

download

Um sonho se realizava e se tornava realidade. Realidade que jamais será esquecida. Uma experiência que, como eu mesmo disse logo que de lá voltei para Coimbra, não cabia em palavras. Ainda não encontro as palavras suficientes e capazes de expressar o que foram aqueles cinco dias naquela cidade de um esplendor ímpar. Habitada por uma agente alegre e calorosamente receptiva. Abaixo, a lista das confrarias que passam pelas ruas, avenidas becos e ruelas da cidade que parece não se cansar de bem tratar a quem a ela chega e a quem nela fica por uns tempos… Uma maravilha…

EL CAUTIVO P. S. PABLO Parroquia de San Ignacio

EL BESO DE JUDAS Igl. de Santiago

SANTA GENOVEVA Parr. de Santa Genoveva

SANTA MARTA Parr. de San Andrés

SAN GONZALO Parr. San Gonzalo

VERA-CRUZ Igl. Dulce N. de Jesús

LAS PENAS DE SAN VICENTE Parr. San Vicente

LAS AGUAS Cap. Rosario (Dos de Mayo)

EL MUSEO

images

Uma saudade imensa e a sensação de que um dia, quem sabe, poderei voltar e desfrutar de outros cinco dias mais que abençoados…

Contraponto

Hoje, daqui a pouco, eu completo 59 anos, cinco meses e dezessete dias de vida. AO ongo desse tempo, aprendi que ouvir conselhos de mãe pode ser uma coisa bem boa. Fiz isso no que diz respeito aos artigos do Sacha Calmon, publicados no Estado de Minas. Como ela mesmo diz, nem sempre o assunto é atraente, mas o estilo, a classe, a sobriedade e a clareza do articulista valem a leitura. Fiz isso, mais uma vez, hoje ( o artigo dele segue abaixo). Cumpre comentar que, independentemente  da procedências das informações, da consistência dos dados e ou da acuidade do posicionamento, o que Sacha faz hoje é o que venho pensando a tempos. Chega a ser patético o esforço de quem pensa que multando a Samarco (e associados) vai ser resolvido o problema causado pelo rompimento de dois meses atrás. Há muita água rolando dessa ponte e , de fato, ao fim e ao cabo, as responsabilidades não estão sendo devidamente apuradas. Infelizmente constata-se que na terra brasilis impera a “lei de gerson” e o princípio do lucro antes de qualquer coisa e acima de tudo, inclusive, da dignidade. Que espetáculo triste…

download (1)

Mineração e histeria ecológica – SACHA CALMON

17/01/2016 10:17

CORREIO BRAZILIENSE – 17/01

Terá ocorrido no Brasil um desastre atômico? O vazamento da barragem da Samarco, 10ª exportadora do Brasil, e seus 4 mil empregos diretos viraram acontecimento megacatastrófico, sem sê-lo, e gerou histeria jurídica punitiva irracional, que bem pode ter efeitos sociais danosos, piores que a passagem da enxurrada dos rejeitos.

A enxurrada jamais foi tóxica nem continha metais pesados perigosos. Para sanar tanta desinformação, é útil explicar que o minério extraído pela Samarco é o itabirito, cuja composição é, grosso modo, a seguinte: 54% ferro, 34% sílica (areia), 1% alumina (terra), 0,5% manganês, 0,2% calcário, 0,2% magnésio e 0,05% fósforo – elementos encontrados no corpo humano, afora outros nada tóxicos. Para separá-los e concentrar o teor do ferro, é preciso um processo industrial chamado flotação, feito, simplesmente, com amido de milho.

Onde a toxidade e os metais pesados? O ferro resultante da flotação (65% + 1% de sílica) afunda e a borra sobe com a ajuda do amido de milho. Os rejeitos nas barragens são compostos aquosos de terra e areia (sílica, alumina, calcário), um pouquinho de fósforo, manganês, ferro dissolvido e magnésio, além de resquícios insignificantes de outros elementos.

Os rejeitos são mais parecidos com as terras marginais desbarrancadas pelas enchentes dos rios do que os rejeitos químicos de dezenas de indústrias (couro, plástico, borracha), arsênico das garimpagens de ouro, de siderúrgicas e de fornos de gusa, que ficam na beira do Rio Doce e afluentes, inclusive indústrias de celulose de alto teor de toxicidade, sem falar nos esgotos não tratados de dezenas de cidades e lugarejos da bacia do Rio Doce, em Minas Gerais e no Espírito Santo.

O dramático da enchente foi o volume grande e denso que varreu a superfície dos rios e as margens até o oceano. Enquanto passava a massa de rejeitos, diminuiu o oxigênio das águas matando peixes e depositou-se nas margens. Mas passou uma vez só como tsunami. A cor barrenta posterior sobe do leito e vem da lavagem pelas águas dos barrancos cheios de lama. Houve mortandade de peixes como na Lagoa Rodrigo de Freitas? Nem de longe. O gado morreu em massa nos bebedouros dos rios? Ninguém relatou tamanha destruição.

A água já está potável e os peixes já são vistos em cardumes na água doce. Pescadores, com caniços lançados no rio (a provar que estariam pescando), se queixam da falta do pescado. No mar, o dano foi mínimo, a mancha, com a cor barrenta de todo rio, não ameaça a vida marinha. Nenhum relatório comprova o desastre. O Rio Amazonas entra no oceano 80 quilômetros adentro com a água barrenta vista a olho nu da estação espacial.

O que precisa acabar são os desatinos jurídicos e o perverso intento de que cabe à Samarco, sozinha, salvar o Rio Doce, que está morrendo há muito tempo. Contra a Samarco e, em certos casos, contra a Vale e a BHP Billinton (acionistas), existem 150 ações individuais e 34 coletivas, verdadeira babel. Um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) já foi assinado com o Ministério Público e depositados, aqui e acolá, R$ 1,8 bilhão, afora as inúmeras ações reparadoras da Samarco: reforço das barragens, reconstrução de pontes, recuperação de bacias hidroelétricas, dinheiro, casas, roupas, remédios, água mineral ou caminhões-pipa para as cidades ribeirinhas, indenizações e reparações e mais um rol de providências, desnecessário enumerá-las, até porque me falta legitimidade para tanto. Falo por minha conta e risco e pelo que me relatam os engenheiros de minas, meus amigos.

Cumpre agora à União e aos estados de Minas e Espírito Santo pensar no emprego das pessoas e conjuntamente ordenar os procedimentos jurídicos indenizatórios, conceder reduções condicionadas de impostos e abrir linhas de crédito para a Vale, a Samarco e outras mineradoras usarem ou venderem os rejeitos como matéria-prima para fazer ecoblocos (construção civil) e camadas de compactação rodoviária. Fazer do limão uma limonada.

Os aviões caem de vez em quando e nem por isso as companhias aéreas são fechadas. Minas possui cerca de 600 barragens e os melhores técnicos barragistas do Brasil. A impressão que se tem é a de que querem acabar com as mineradoras, preservar a natureza e proibir a mineração. Noutras palavras, parece que se quer acabar com Minas Gerais, cujo nome evoca, desde as bateias de ouro e diamantes, o destino natural: minas, ferro, aço, indústrias de transformação que utilizam o minério e as derivações como matéria-prima, sem esquecer o nióbio de Araxá.

Mineração envolve risco. Os prejuízos devem ser sanados; pessoas morreram e bens produtivos foram destruídos bem como casas. Mas que haja ordem e racionalidade e não o festival desconexo de justiciamentos e multas bilionárias.

Leia mais: http://www.josenildomelo.com.br/news/mineracao-e-histeria-ecologica-sacha-calmon/

download

Hoje

images

Hoje, segundo o calendário, é Dia do Leitor. Assim mesmo, com as iniciais maiúsculas. Vai saber se há muita gente que valorize assim estas iniciais… Calendário é palavra interessante. Sonora. Oriunda do Latim: calendarium (no “original”, livro de contas). Há um hífen sobre o “a”, de acordo com o verbete do Houaiss, mas o editor da wordpress não me permite encontrar e utilizar esse sinal… fazer o quê?. Pois então… Outra fonte originária da palavra é o Grego: kalein, que significa chamar em voz alta, convocar. Em latim, transformou-se em calendae, significando o primeiro dia do mês. É de calendae que surgiu “calendário”, que adquiriu o sentido genérico de marcação do tempo (meses e dias do ano). Calendas era o primeiro dia do mês entre os romanos. Esse termo provavelmente veio do costume romano de chamar ou convocar o povo no primeiro dia de cada mês, quando o pontífice informava sobre os festivais e dias sagrados que deviam ser observados. Só muito tempo depois, o calendário oficial de Roma passou a ser afixado em lugares públicos, onde todo mundo podia ver. Pois hoje, segundo o tal de calendário, é o dia do leitor.

tumblr_mg9c6i4mXw1rb2xcqo1_500

O leitor é um sujeito esquisito. Ele não “existe” de fato, mas “existe” de direito. está em todo lugar e age de todas as maneiras possíveis no encantado universo da… leitura! Prática difícil. Em alguns momentos da História, condenada. Em outras, como agora, vilipendiada, escorraçada, ofendida e quase extinta por “forças do mal” que alguns julgam mover as “novas tecnologias”. Mitos, lendas e crendices à parte, a leitura é prática imprescindível. “Essencial e visceralmente” constitutiva da existência humana. O bicho homem não existe se não LER. Nos dias que correm, há quem ainda confunda leitura com literatura… ah, esse universo paralelo dos conceitos… Ah… essas praias desertas das teorias. Enquanto isso, proponho: continuemos a LER!!!

DIA-DO-LEITOR

 

Votos

A mulher lava a calçada com o jato de água que sai da mangueira…

O homem varre o lixo da calçada e joga na rua, como se isso fosse correto…

O aluno acusa a/o professor(a) de pobre e mal educada, porque ela cobrou as atividades que ele não fez: a escola manda-a embora…

O parlamentar chega atrasado para o embarque e a companhia aérea oferece “vantagens” para o passageiro que se “dispuser” a ceder seu lugar…

O comerciante raspa o preço impresso na garrafa (de vidro) de coca-cola e coloca outro preço, mais elevado, só para levar vantagem…

O acadêmico vai aos congressos com seus orientandos e os apresenta como se fossem troféus seus…

O pai atravessa a rua fora da faixa de pedestres, com o sinal aberto para os automóveis e diz ao filho que é “pra cortar caminho”…

O motorista ultrapassa os outros automóveis pelo acostamento da estrada por falta de paciência, mas argumenta que está atrasado para um “compromisso”…

O cidadão vota no candidato que não presta e depois reclama que os políticos não fazem nada…

Se no Natal eu escolhi “Fé” para os meus votos, para o Réveillon eu escolho: “EDUCAÇÃO”…

images