Júlio Ribeiro

Faz um tempinho, cismei de me associar ao Instituto Histórico e Geográfico de Sabará. Não foi um erro, mas não surtiu o efeito – absolutamente circunscrito a foro íntimo – que eu esperava. Pois. O patrono da cadeira para qual me candidatei é Júlio Ribeiro, escritor local de renome nacional Ainda que o Rodrigo Gurgel […]

Chatices invejosas?

Na postagem de ontem faltou colocar: rever Beatriz Segall num monólogo sobre/de Emily Dickinson. Inolvidável! Por hoje, comento a leitura que fiz de outros livros do tal Jacques Fux, a título de curiosidade, depois da leitura do seu segundo “romance”: Brochadas. Já vou às aspas, mas, antes, quero registrar o meu tédio por conta da […]

Duplos, triplos, múltiplos

Tenho dito, aqui e alhures, que tenho uma impressão ruim dos tempos em que vivemos. Não há, a meu ver, quase nenhuma possibilidade de se confiar em quase nada do que é dito, mostrado, repetido, alardeado. A gente não tem mais acesso a índices mínimos de confiabilidade. Tudo pode ser usado a serviço disso ou […]

Incentivos poéticos

riscos coloridos cortam o céu: fevereiro   Isto é uma aldravia. Aldravia é esta forma poética constituída de seis versos univocabulares (adoro esta expressão) que constroem um poema metonímico que faz com que o leitor “monte” o sentido do poema a partir do estímulo de cada verso/palavra, um exercício criativo que quase absolutamente desdenha a […]