Tag: Machado de Assis

  • Uma carta

    Há coisas que acontecem ou tomam lugar na vida gente para as quais não se encontra explicação plausível. Não sei se tudo o que acontece com a gente merece explicação plausível. Nem mesmo sei se a tal explicação plausível procede em qualquer caso. Fato é que, em alguns momentos, a gente é acometido por uma […]

  • Machado, de novo

    Acabei de reler Dom Casmurro e estou terminando a leitura das obras de Santa Tereza d’Ávila, cheguei à “Quinta morada” hoje. Creio não ser possível, assim, de cara, sem mais nada, estabelecer qualquer relação entre os dois textos. Um é cético, a outra, fervorosa in extremis. Nem vou tentar. Peguei agora essa mania de ler […]

  • Reler Machado II

    Na releitura que estou fazendo dos livros de Machado de Assis, algumas coisas se confirmam. Outras passam desapercebidas, como é de se esperar. Há, porém, ideias (para mim) novas. Definir “novo” é de uma dificuldade imensurável, quase impossível. A cada instante, o conceito se renova e se alarga. Pois bem. A primeira ideia que me […]

  • Reler Machado I

    Na tentativa de completar a releitura dos romances de Machado de Assis (na segunda etapa, se conseguir vencer a preguiça, é reler a contística toda), deparei-me com uma ideia que, imagino, está longe de ser original. Nos quatro primeiros volumes Ressurreição (1872), A mão e a luva (1874), Helena (1876) e Iaiá Garcia (1878). Lívia, Guiomar, Helena e Iaiá são as protagonistas incontestes. […]

  • Releituras

    No início do ano coloquei uma meta para mim mesmo: reler os romances de Machado de Assis, na ordem de sua publicação. Mais pra frente pretendo fazer o mesmo com os contos e as crônicas. Só não faço com as poesias porque já tentei e não consigo gostar dos versos dele. Isso faz parte de […]

  • De finais e de começos – conclusão

    Pois muito bem. Pode ser que a leitura dos trechos que aqui divulguei não tenha sido suficiente para entender a minha proposta de leitura. Dizendo melhor, talvez os trechos não tenham colaborado para esse fim, em lugar da leitura que pode ter sido proveitosa. Num ou outro caso, só me resta dizer que, para não […]

  • Aves, insetos e letras

               Já faz um tempo, recebi uma mensagem de correio eletrônico de uma amiga de Niterói. Ela perguntava se podia eu substituir um outro colega na redação de uma recensão de um livro de poesia recentemente lançado no Brasil. A recensão seria publicada na prestigiada revista Colóquio Letras, de Lisboa, sob […]

  • Três livros e três mulheres: Capitu

    Agora é a vez de Machado de Assis. O que escrevo sobre o romance dele que aqui me interessa – Dom Casmurro – vai ao encontro das ideias de Silviano Santiago a que me referi ontem. Claro está que não vou me pautar por uma abordagem aproximativa entre textos ficcional e texto crítico. Longe disso. […]

  • Passado

    Na minha proverbial e incorrigível vibe de preguiça (ai como eu abomino essa gíria…) resolvi colocar aqui um texto que escrevi nos anos 90 do século passado. Nossa! Parece uma coisa tão antiga… Nem verificar nos arquivos do blogue pra ver se já tinha sido postado eu verifiquei. Então aí vai, para aproveitar eu falei […]

  • Tópicos de crítica 3

    Bem. Depois do assassinato das aulas da última quarta-feira, a postagem de hoje tem validade prolongada. Ela vai valer para as aulas de amanhã, a de quarta (a morta) e a próxima, dia não letivo (23). Vocês têm dois textos: o primeiro capítulo de São Bernardo e o segundo, de Dom Casmurro. Da leitura de […]