Três livros e três mulheres: Capitu

Agora é a vez de Machado de Assis. O que escrevo sobre o romance dele que aqui me interessa – Dom Casmurro – vai ao encontro das ideias de Silviano Santiago a que me referi ontem. Claro está que não vou me pautar por uma abordagem aproximativa entre textos ficcional e texto crítico. Longe disso. […]

Três livros e três mulheres: Luíza

Ou seria Luísa? A seguir os parâmetros da Língua Portuguesa falada na península, bem que poderia ser com “s” e não com “z”. Firulas… Desta vez, o romance vai para Portugal, contemplar o mar com os pés na terra, a sonhar, delirar, imaginar e perceber, como Eça o autor. De começo, faço referência um sujeito […]

Três livros e três mulheres: Ema

Ah… o exercício da leitura. Não fosse ele… Sei não… Uma personagem de novela “global”, vivida por Nathália Timberg, fala, numa de suas meteóricas aparições no “folhetim”: os livros me fazem voar. Ou qualquer parecida. Mas a ideia está aí, explícita. Os livros. Esses objetos indecifráveis, apesar e sua materialidade concreta e óbvia, ainda assim, […]

Ecos do passado

Com a proverbial preguiça que me acomete, ainda me ressinto do que senti ontem e não sei definir em palavras. Depois da macacada dos togados, autoridades em Pindorama. Ainda não sei. Apreensão. Dúvida. Não sei de mais nada… Assim, nesta maré de nada, resolvi colocar aqui um texto que escrevi ainda em Santa Maria. Foi […]

Passado

Na minha proverbial e incorrigível vibe de preguiça (ai como eu abomino essa gíria…) resolvi colocar aqui um texto que escrevi nos anos 90 do século passado. Nossa! Parece uma coisa tão antiga… Nem verificar nos arquivos do blogue pra ver se já tinha sido postado eu verifiquei. Então aí vai, para aproveitar eu falei […]