Surpresas virtuais

Judy Garland foi encontrada morta em seu apartamento londrino, vítima de overdose. Ela já era uma estrela do cinema e da música. Sua morte causou comoção. Ayrton Senna, depois de um acidente durante uma corrida veio a falecer. Histeria coletiva no Brasil. Um jogador de futebol cumpre pena por ter participado do assassinado de uma […]

De coincidências e olhares

Certa feita, num restaurante do Village, em Nova Iorque, o Lip’s, Ginger, uma das drag queens que desempenhavam a função de garçonetes, chegou-se a mim, antes de subir ao palco, e disse que eu era o Billy Joel dela. Ginger era responsável pelas quatro mesas que ocupavam o canto do salão em que eu estava. […]

De finais e de começos IIB

Nesse passo final da apresentação dos elementos que operacionalizam o meu exercício de leitura, cabe apresentar o trecho final de O crime do padre Amaro, também do Eça de Queiroz. Este trecho mostra algumas personagens do romance, entre elas o próprio Amaro, ao pé da estátua de Camões. O mesmo local que aparece relatado ao […]

De finais e de começos IIA

Dando andamento ao meu exercício, passo a considerar o último capítulo de um romance caudaloso: Os Maias, do Eça de Queiroz. Lembro-me, ainda no tempo do mestrado, de uma discussão acerca da grafia do nome do escritor português: Queiroz, Queirós, Queiros ou Queiróz? Muita saliva, muita gritaria, argumentos os mais inusitados e NENHUMA conclusão. Afinal […]

De finais e de começos IB

Como previsto, o segundo passo do meu exercício de leitura traz o segundo capítulo (ah… as coincidências!) de Dom Casmurro. O propósito é colocá-lo ao lado do primeiro capítulo de São Bernardo. O intuito não é apenas encontrar semelhanças e diferenças. Isso seria primário demais. Num primeiro momento, destaco a distância cronológica entre os dois. […]

De finais e de começos IA

Como anunciado, tem início o meu exercício de leitura. Começo com o trecho inicial do primeiro capítulo de São Bernardo. Como não se trata de trabalho “acadêmico” – no que este tem de mais protocolar e artificial – abstenho-me das referências, já por demais conhecidas. O trecho é um tanto longo e o único comentário […]

Outra mulher: Ana Teresa

Em 1998, defendi minha dissertação de Mestrado na Unb. Era Setembro. Minha mãe e duas tias foram comigo, assistiram, me aplaudiram. Fiquei orgulhoso. O trabalho versava sobre a proposta de um conceito teórico da/para a Literatura: romance intimista. A partir da leitura de cinco romances de Clarice Lispector e cinco de Lya Luft, tentei esboçar […]